Tumblelog by Soup.io
Newer posts are loading.
You are at the newest post.
Click here to check if anything new just came in.
controlandopesonet85

Saiba Como Acrescentar A Produtividade Dos Funcionários Em cinco Passos


Gadgets Para Blogger; O Que São E Como Utilizar


Como deve ser a participação do Estado no campo econômico? Qual local é mais favorável? Como a gestão pode tornar-se mais produtivo? Estas e novas dúvidas nortearam os professores Sérgio Lazzarini, Ph.D. Especialista do Imil, Lazzarini é diretor de Procura e Pós-Graduação Stricto Sensu do Instituto de Ensino e Procura (Insper) e escreve postagens para o jornal “O Estado de S. Paulo”. Wagner Vargas: O que é a reinvenção do capitalismo de Estado?


Sérgio Lazzarini: Toda gente passou por mudanças em conexão à participação do governo no controle das organizações. Ele passou do controle das grandes para as pequenas. Desenvolveram-se novos mecanismos, como os fundos soberanos. No Brasil, temos, a título de exemplo, o BNDES, que participa com capital acionário em inúmeras empresas. É um padrão que chamamos de “Leviatã minoritário”: o Estado participa das corporações, porém não é este vasto ser (Leviatã). Ele não controla as corporações, todavia está ali como minoritário.


Esse é um grande movimento. No segundo movimento, as grandes estatais que não foram privatizadas, no entanto que sobreviveram, em correto significado foram transformadas; com mais transparência, em tese. E algumas se listaram em bolsas já bem acordadas, como a bolsa de Nova Iorque. Várias modernizaram sua governança e atraíram investidores privados com fundos para participar de projetos com as estatais.


Este é um padrão chamado de “Leviatã majoritário”. A gente descreve no livro esses 2 grandes movimentos. Vargas: Todavia estes 2 movimentos trouxeram avanços ou, na verdade, provocaram mais problemas? Lazzarini: Depende. Em alguns países, tais como, há grandes estatais blindadas de interferência política, que seguem objetivos, mandatos claros e são bem eficientes. Entretanto, infelizmente, em alguns países, os governos não resistiram à tentação de usar toda a máquina para fins políticos. Ou melhor, para intervir nestas empresas e usá-las para tomar decisões que não seriam as melhores pra corporação e pra nação, como, infelizmente, a gente acabou investigando no caso da Petrobras. Vargas: A obra aponta trade-offs entre os modelos de gestão em corporações públicas e privadas.


  • Como fazer ganchos

  • 5 - Como definir a estrutura da página

  • O que o consumidor deseja comprar com esse artefato

  • nove - Aulas de inglês é uma legal dica pra trabalhar em moradia

  • Obriga os visitantes do blog a tomar medidas

  • Digitar comentários em outros sites do teu nicho

  • 4 - Ter sucesso no YouTube

  • CPA - Criação de leads



Tivemos há pouco um ministro da Fazenda presidindo o conselho da Petrobras. Como criar um local mais transparente pra blindar esse tipo de ingerência política pela gestão? Lazzarini: É vital possuir uma gestão profissional, um conselho, pessoas que estão monitorando a organização e que não são ligados ao governo em exercício.


Pessoas reconhecidas, profissionais de mercado com o papel de monitorar o que está sendo feito. O defeito é que apenas isto não basta. O governo vai ansiar mudar todos os nomes, pôr pessoas do partido político. O que temos que fazer? Precisamos formar um local institucional robusto, com um sistema de freios e contrapesos.


Como por exemplo, agências reguladoras estáveis, agências fortes. ‘Ah, porém eu pretendo usar a estatal para interferir em instituído setor’. Não vai alcançar se a agência reguladora tiver regras pro setor. No Brasil, também há espaço para se elaborar uma lei específica pra estas sociedades, chamadas de capital misto, que eu chamei de “Leviatã majoritário”, empresas controladas pelo Estado, entretanto com investidores privados. Carecemos de uma lei mais clara, que estabeleça o que haverá no estatuto, caraterística dos gestores e dos conselheiros, e regras até pra intervenção do Estado. Há inúmeras alterações institucionais que devem ser feitas e garantidas.

Tags: blog

Don't be the product, buy the product!

Schweinderl